Quem diria, hein! Seu telefone celular, mais conhecido como smartphone, lhe avisando a respeito de um sentimento como “aceitar sua amizade”. Isso já é tão natural nos dias de hoje que quase esquecemos a proporção que a tecnologia ganhou no quesito comunicação. E falando de cliente, as relações comerciais estão mais do que nunca em constante mudança. O bom e velho relacionamento é uma arma poderosa, ou será que já foi melhor?Vamos refletir um pouco analisando os canais de vendas. São várias as opções e, quem nos acompanha sabe, já falamos que não somos mais nós fornecedores e lojistas quem ditamos como e por onde queremos falar: o cliente é o “dono da bola”  e vem ditando as regras do jogo em um ritmo pra lá de frenético, o que nos faz pensar se ele está mesmo priorizando o relacionamento, talvez esteja, mas a forma de percepção mudou. Enquanto vendedores experientes acreditam estar com o “jogo ganho” por ter um relacionamento de longa data com seus clientes, jovens profissionais de pouca bagagem, porém rápidos e antenados ganham a preferência em atendimentos e soluções que se mostram eficazes para as necessidades dos tempos de hoje.

Tudo isso dá um nó na cabeça, afinal: relacionamento é ou não é importante? Sim e muito, quem não gosta de ser bem tratado (por pessoas também), os caixas eletrônicos das agencias bancárias estão aí para não nos deixar mentir. O cliente quer rapidez. As  máquinas até que tentam fazer um atendimento mais humanizado, nem sempre conseguem, mas a verdade é que elas ganham de nós na objetividade. Trocando em miúdos, seu cliente quer muito ter um relacionamento com você, mas nada de muita conversa: mais cliques e soluções. E não é porque a relação esfriou não,  simplesmente as necessidades são outras, o tempo está mais curto, relacionamentos duradouros exigem adaptações, ou você ainda tem tempo para ficar horas e horas no telefone como eram feitas as antigas negociações? O grande segredo está no equilíbrio, seja hi-tech, mas não a ponto de seu cliente pensar que o relacionamento “desconfigurou”, pessoas gostam de pessoas, tomam decisões por elas e fazem compras por elas. Por traz de toda tecnologia está alguém, uma ideia, um conceito a ser difundido, é preciso ser híbrido na forma de se relacionar e dosar as estratégias. Mas não se esqueça de ouvir (ou ler) muito o seu cliente para acertar e sair na frente.

Ctrl + Alt + Boas Vendas! 😉